Adoção é a história de muitas vidas.

 

Suely Nunes
Artesã
Professora
Psicopedagoga
Atuação em Projetos Sociais (ONGs)- Trabalho voluntário
suelynunespedag3@gmail.com
suelynunes56@yahoo.com.br

 

 

Quando nós decidimos pela adoção, ninguém acreditou. Ideia absurda! Choveram conselhos e opiniões, contra e a favor.

Considerando que cada ser humano tem histórias de amores e desamores, concluí que qualquer um poderia estar com a razão e aquele momento era só meu. Pedi a Deus forças para tomar a melhor decisão.

Entre a ideia inicial, após uma visita a uma instituição, e a habilitação junto ao Juizado de Menores se passaram uns três anos. Como a maioria dos candidatos a pais adotivos, tínhamos em mente um padrão. Pobres sonhadores esses pais que acham que criança é como sapato: escolhe-se sob medida e se não agradar, troca-se.

Uma gestação dura, no máximo, nove meses. A minha, sem brincadeira, durou dois anos. Sem enxoval ou quartinho cor de rosa. Só expectativa.

Até que um dia fomos convocados para conhecer nossa menina. Na mesma hora fomos vê-la. Não era um bebê, mas era quem precisava de nós. Ela nos aceitou.

Seguiram-se outras visitas, como manda a lei, visitas necessárias para adaptação mútua. Mais expectativas. E, afinal, chegou a hora de levá-la para casa! Num dia frio, mês de julho. Abraços, votos de felicidades, ela no colo do pai, séria e curiosa com a movimentação à sua volta. Saímos emocionados e sem a menor noção do que iria acontecer dali em diante. É bem verdade que os pais não têm o dom de prever o futuro dos filhos. Pais adotivos, além disso, têm a obrigação de saber que existe um passado que nunca será apagado.

Ficaram para trás parte da história de uma vida e outras tantas histórias que poderiam ser modificadas não fossem a desinformação, o preconceito, a burocracia.

Por duas vezes o documento de guarda provisória foi renovado. Comparecer ao Juizado, conversar com assistente social… Foram momentos desgastantes e muitas fotos do nosso dia a dia em família.

Não é fácil explicar a uma criança de dois, três anos, que “ela nasceu de outra barriga, que aquela mãe não pode cuidar dela, apesar de amá-la muito”. Ela precisa saber que na vida há diferentes formas de amar e cuidar.

Noites insones, febres, pirraça, braço quebrado. Bastante colo. Palmadas, algumas. Festa de quinze anos do seu jeito – nada de valsa, eu quero é muito futebol e churrasco!

O tempo passou… Trinta anos!

Preconceitos? Existem, pois a sociedade vive de classificar e rotular tudo e todos, ainda. Aqueles que fogem aos padrões sofrem com inúmeras cobranças, mas uma coisa é certa: quando alguém conhece uma história assim, querendo, ou não, acaba revendo conceitos.

E, quem sabe, você não deseja mudar a história da sua vida dando sentido à vida de uma criança? Não tem que ser rico. Só precisa ser capaz de amar.

JF/2007

Como construir uma equipe de sucesso?

Carlos Henrique Guedes Reis
@carloshgreis     @bras_port

Empresário do ramo de Representação de Comércio Exterior
Conselheiro do Grupo Bahamas onde atuou por 10 anos sendo os 3 últimos como Diretor Comercial
Especialista em Varejo de alimentos
Cursos complementares de Inovação na Faculdade Hebraica de Jerusalém e Liderança na Faculdade de Liderança de Berlim

 

Toda empresa tem um começo, e a grande maioria se inicia literalmente do zero. O empreendedor é o famoso “faz tudo”. Conforme a empresa vai crescendo, cria-se a necessidade de contratar pessoas para poder dividir as tarefas que tal empresa exige. Muitas das vezes esses empreendedores contratam as pessoas pela confiança. Começam por amigos, conhecidos e até familiares. Pode até dar certo, porque confiança realmente é a base de qualquer tipo de relacionamento, mas é importante que não se confundam as relações pessoais das profissionais, e esse é o grande desafio quando a contratação se dá dessa forma. É importante separar essas relações desde o momento da contratação, evitando sobreposições e que problemas pessoais afetem o profissional, tão quanto problemas profissionais acabem por fragilizar os relacionamentos que já existiam antes. Para isso minha dica é utilizar a transparência como fator chave, e tratar com transparência desde o primeiro contato entre contratante e contratado.

Mas o maior problema se dá quando a empresa cresce e existe a necessidade de contratar profissionais especialistas em determinadas áreas. Muitas pessoas cometem o erro de contratar por competências e se esquecem de avaliar o caráter e valores. Hoje o melhor caminho para as contratações é criar mecanismos e testes que te deem uma maior clareza sobre os valores e o caráter que a pessoa que está sendo avaliada carrega consigo. E nesse ponto também é de suma importância que você saiba com clareza os valores que a sua empresa prega. Missão, visão e valores devem (se possível) serem criados antes mesmo da empresa estar na ativa, e estarem impressos para que todos que possam ver com clareza (Você, colaboradores e clientes).

Por isso, uma equipe forte é baseada em valores e caráter. Quando você contrata alguém que carrega os mesmos valores que você preconiza para sua empresa, você pode ensinar tal tarefa. Mas quando você contrata alguém que domina tal tarefa, mas não concorda e não carrega consigo os mesmos valores, você vai ter alguém desmotivado e que muitas das vezes pode atrapalhar a produtividade da sua empresa e o crescimento da mesma. Tarefas podem ser ensinadas, valores e caráter não!

NOVO MUNDO, NOVAS FORMAS DE REALIZAR EVENTOS!

Cássio Elízio de Resende
Empreendedor, diretor da VideoSol Produções.
@cassio.elizio

 

Atualmente, estamos vivendo grandes mudanças na gestão de nossas empresas, na economia e na forma de nos relacionarmos com nossos clientes. Muito se tem falado sobre a antecipação de novas formas de trabalho e de comunicação que teríamos no futuro, o que nos forçou a nos adaptar de forma urgente, muitas vezes sem estarmos totalmente preparados para esses novos modelos.

Trago uma reflexão sobre as novas possibilidades para um setor no qual atuo há vinte e sete anos e onde continuo aprendendo e me adaptando, para melhor atender às demandas contemporâneas.

Ultimamente, você tem participado de reuniões familiares, de condomínio, da escola ou está fazendo algum curso de forma on-line? Todos nós, de alguma forma, migramos para este “novo mundo” e entendemos o quanto isso economiza do nosso tempo, combustível, dentre outras vantagens.

Agora, vamos considerar nosso assunto principal: o Evento Híbrido. Usamos esse termo para os eventos que permitem integrar participantes on-line e presencialmente. Qual a novidade? O que isso altera no formato “tradicional” dos eventos?

A primeira reposta é que o evento pode contar com participantes que estejam em qualquer lugar do mundo, estes podem tanto assistir passivamente quanto interagir – nos momentos previstos pelos promotores do evento – da mesma forma como se estivessem presentes.

Outra vantagem: lembra-se daquele convidado especial que vinha dar uma palestra com uma ou duas horas de duração, proveniente de outra cidade, estado ou país? Havia o custo de traslado, hotel, alimentação e seu convidado reservava um, dois ou mais dias para ficar à disposição de seu evento. Sabe quanto custava tudo isso para o promotor e para seu convidado?

Estas são algumas das grandes vantagens. Podemos ainda aumentar substancialmente a quantidade de participantes, sem nos preocupar com um espaço físico que comporte tantas pessoas, o que gera uma diminuição considerável nos custos dos eventos.

Entretanto, pode haver eventos nos quais as pessoas sintam falta do contato humano, ou pode haver eventos nos quais seja importante que as pessoas passem por experiências concretas, tais como experimentar um perfume em seu lançamento, receitas inéditas em um festival gastronômico, ou mesmo um tratamento de saúde inovador por meio de injetáveis. Já pensaram em como será tudo isso neste “novo mundo”? Teremos outras formas de realizar os nossos eventos? Admiro muito aquela frase: “O que move o mundo não são as respostas e sim as perguntas”, vocês já devem ter percebido…

Hoje, somos os cocriadores do “novo normal” ou desse “novo mundo”. É o momento de exercitarmos a criatividade para que possamos criar possibilidades de acesso a todos, a partir da presença física ou virtual, e assim continuarmos a proporcionar encontros significativos. Afinal, para que as empresas façam negócios entre si, pessoas precisam fazer negócios com pessoas.

Não deixe o fracasso subir à cabeça!

Junia Bretas
Palestrante e Treinadora de Equipes
Especialista em “Produtividade Sem Neuras”, Vendas e Gestão Emocional
Empresa Junia Bretas Desenvolvimento Humano LTDA
Instagram:  @bretasju e @eventosequilibrate
YouTube:  Junia Bretas

 

Muito se fala em não deixar o sucesso subir para cabeça, sim; compreendo que a intenção é fazer com que a gente evite a prepotência e as ilusões impostas por um ego adoecido pela soberba.
No entanto,  talvez haja muito mais cabeças tomadas pelo tal  “fracasso” do que pelo tal “sucesso”.
Pessoas bloqueadas e empacadas pela insegurança, derrotismo e pela impotência. Um equívoco, afinal, somos centelhas divinas, potencialidade pura! Somos muito mais poderosos do que imaginamos.
Então, na hora de buscar nossas metas, talvez não esteja faltando coragem. Pode estar faltando é HUMILDADE. Sim, humildade pra vencer o orgulho e o medo de lidar com um hipotético “fracasso”. Desencanar é preciso e delicioso!
E o que é Fracasso? O que é Sucesso? Não importa.
O importante mesmo é saber que: Fracasso e Sucesso são referências para o Ego, para Alma imortal o que vale mesmo é a experiência e o quanto nossa capacidade de amar se expandiu!

Uma mensagem para empresários.

Rodrigo Oliveira Sampaio Sathler
Agente Local de Inovação – Sebrae/CNPq.
Idealizador do Aplicativo: SAVE – Serviços Autônomos.
Engenheiro Ambiental e MBA em Gestão Empresarial.
Motivado a aumentar a produtividade nas empresas.

 

Por que algumas empresas do seu ramo cresceram na pandemia e você não?
Podem ter vários fatores envolvidos, mas aqui destaco um que é de suma importância: atitude.
Não adianta acreditar que não é possível desenvolver o seu negócio e que tem que esperar esse período passar, já temos mais de 1 ano de pandemia e ainda não passou.
A resposta para voltar a crescer está em você, é a hora de sair do lugar comum, esquecer a zona de conforto e reinventar o seu negócio.
Aproveite as opções que a tecnologia tem proporcionado. A internet é o ambiente dos negócios atuais, sendo que o cliente compra desde alimentos até eletrônicos de última geração.
Se o seu concorrente já está vendendo online, por que você não?
E caso o seu concorrente não esteja ainda, aproveite a oportunidade e seja o pioneiro, ataque este mercado, não se limite mais aos clientes da vizinhança, sua clientela pode ser o mundo.
Por diversas vezes eu escuto a frase: “Mas isso não é para a minha empresa, é coisa de empresa grande”, como se toda empresa grande já surgisse grande. Como se o Facebook, por exemplo, não tivesse começado num dormitório de uma faculdade.
Vejo empresários com medo de crescer e por muitas vezes repetem: “não tenho estrutura para atender isso, precisaria de mais dinheiro e pessoas”. Porém, a consequência de alcançar mais dinheiro e pessoal, só acontece após a atitude de dar o próximo passo.
O lugar comum e a zona de conforto só vão te manter aonde você está.
Friso aqui que nenhuma empresa começa com seu modelo de negócio pronto. Na verdade, eles nunca ficam totalmente prontos, estão sempre em desenvolvimento e aprimoramento.
A evolução é diária, não tenha medo de dar o primeiro passo!

Conte comigo!!

Mensagem Para Tempos Desafia-Dores!

Por Junia Bretas

Palestrante e Treinadora de Equipes.
Especialista em “Produtividade Sem Neuras”, Vendas e Gestão Emocional .
Empresa Junia Bretas Desenvolvimento Humano LTDA.

 

Se distraia um pouco.
Olhe para o céu.
Por um breve instante,
sinta a plenitude de apenas SER;
e se algum incômodo vier, acolha..

Todo incômodo é uma demanda da sua Alma.
Qual a demanda? O que a sua alma está lhe pedindo nesse momento?
Escute. Se escute.

Dê sossego ao seu coração.
Utilize esse tesouro chamado TEMPO com inteligência.
Cuide de você com carinho.
Cuide de quem você ama, estando perto ou longe, demonstre seu afeto.

Leia os livros que você comprou com tanta empolgação e não teve tempo de ler.

Arrume a mesa com calma, coloque uma flor, ou várias.
Ao som de uma linda música, tome um Cafezinho com bolo de banana ou laranja…

Chegue na janela, olhe para cima.
Faça mudas orações de agradecimento.
Agradeça com atitudes.
Agradeça pela grande oportunidade chamada VIDA e tudo que nela está inserido. Tudo mesmo.

Esteja presente, enfrente sem fugas seu medo, faça um chá para seu medo. O de Camomila é muito bom pra isso!

Ouça palavras edificantes e as escreva também.
Faça um diário de bordo da experiência: o dia em que “acordei em uma pandemia”…
Daqui a um tempo você vai achar muito válido ler!

Ria de si mesmo(a).
Busque extrair a lição.
Confie.

Só com este estado de espírito vamos encontrar soluções e inspiração para lidar com todo esse desafio, no âmbito físico, emocional e espiritual.

Pensar no problema é areia movediça.
Pense na solução, sem aflição.
Não estou falando que é fácil e sim que é POSSÍVEL.
Só depende do seu livre arbítrio!

Junia Bretas

Empresa Junia Bretas Desenvolvimento Humano LTDA – Palestras e Treinamentos com foco na Excelência Humana e no BEM
Instagram: @bretasju e @eventosequilibrate
YouTube: Junia Bretas

DIFÍCIL ARTE DE SER MULHER

Rosani Martins

Março / 2003

A difícil arte de ser mulher é viver em ciclo, ter fases como a Lua e mistérios como a noite.
É ter um ventre que dá fruto, uma alma transparente, uma delicadeza que se impõe e um jeito diferente.
É a pseudofragilidade que esconde a força e o poder de ser mulher.
Diferente, enigmática, surpreendente, reveladora, um misto de anjo e de fera.
Paisagem de uma aquarela, de muitas cores e vários amores.
Magia e emoção, sentimento, vida e coração.
Intraduzível, inexplicável, simplesmente mulher.
Poesia e sensibilidade, desejo e vontade, querer e poder.
Ser mulher é isso, um pouco de tudo, é dor e alegria, prazer e sofrer.
É transcender nos limites de existir, ir além do ser, tocar as estrelas e brilhar no infinito.
É como diz o poeta, que sempre acerta quando canta esse ser, é “a dor e a delícia de ser o que é”…